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DIA 1 | SÁBADO

18h – [TEATRO] “O Terceiro Sinal”, Cia. Viv’arte

Entrada: Gratuita.

Local: Teatro Marcus Miranda.

Classificação Etária: 10 anos.

A peça apresenta ao espectador os bastidores do teatro e convida o público a mergulhar no universo e nas desventuras de um jovem diretor e quatro atores veteranos nos minutos que antecedem a estreia. Assim nasce uma trama divertida sobre os encontros e desencontros possíveis da arte teatral. O Terceiro Sinal é metateatro, um teatro que fala de teatro, utilizando-se da estética do absurdo, traz um olhar cômico e revelador sobre esse universo. O espetáculo apresenta o teatro a partir de um lugar que o público não vê: os bastidores.

 

19h – [PRAÇA CENTRAL] Grupo “Os Muringas”

Entrada: Gratuita.

Local: Praça Central.

Classificação Etária: Livre.

Criado em 2009, Os Muringa é um grupo de forró formado por quatro jovens amigos que se uniram com um ideal em comum, difundir a cultura nordestina através do autêntico forró. Formado por Ráu Rocha na sanfona e voz, Hailton na zabumba, Ednardo no triangulo, Alysson Vidal na flauta e sax. Os Muringa vem de forma irreverente expandir a musicalidade nordestina com muita alegria e descontração em suas apresentações. O objetivo dos Muringa é fazer um forró jovem sem deixar de lado o regionalismo. O grupo tem o xote, forró e baião como seus principais ritmos e suas canções denotam o amor, a saudade, a paixão, a vida, a felicidade etc… Atualmente a banda está em fase de gravação do seu terceiro cd que trás algumas musicas inéditas e interpretações de clássicos da musica nordestina. Com quase dez anos de existência Os Muringa tem se consolidado como uma das bandas que levam o autentico forró as principais casas de show, programas de TV e eventos importantes de Fortaleza. Suas influências são Luiz Gonzaga, Trio Nordestino, Trio Virgulino, Dominguinhos, Alceu Valença, Petrucio Amorim, Dorgival Dantas, Falamansa, Rastapé, Flavio José, Luiz Fidelis, Santana, dentre outros.

 

DIA 2 | DOMINGO

14h – [É O BRINCA!] “PINTANDO E BRINCANDO!”

Local: Praça Central.

Entrada: Gratuita.

Classificação Etária: Livre.

“É o Brinca” traz ludicidade e incentiva a criatividade das crianças através de brincadeiras, jogos, pinturas, dentre outras atividades. “É o brinca” trará também uma programação especial ao final de cada mês com uma atração convidada.

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17h – [É O BRINCA! CONVIDA] “A TRUPE DO PALHAÇO BARATINHA”

Local: Teatro Marcus Miranda.

Entrada: Gratuita.

Classificação Etária: Livre.

Números de contorção, balé aéreo, malabares, equilibrismo e palhaçaria orbitam as atividades e cenas da Trupe do Palhaço Baratinha. Cercado de brincadeiras, os palhaços Baratinha e Besourinho e a mais nova integrante Joaninha interagem com o público infanto-juvenil, revisitando as clássicas histórias do circo cearense.

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DIA 4 – TERÇA-FEIRA

9h; 14h – [BIBLIOTECA] “LITERANDO” 

Local: Espaço da Palmeira

Entrada: Gratuita.

Classificação Etária: Livre.

Contação de histórias com os livros “O homem que contava histórias”, de autoria de Rosane Pamplona; “Os Chifres das Hiena”, de autoria de Mamadou Diallo e “Histórias dos Jawi”, de Claire Merleau-Ponty, mediada pelo monitor, ator e contador, Edivaldo Batista. 

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DIA 5 – QUARTA-FEIRA

9h; 14h – [BIBLIOTECA] “QUARTA LEVE” 

 Local: Biblioteca.

Entrada: Gratuita.

Classificação Etária: Livre.

Neste dia será proposta a criação/desenho de uma capa de livro.

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DIA 6 – QUINTA-FEIRA

9h; 14h – [CINE LEITOR] “CINEMA E LITERATURA”

 Local: Biblioteca.

Entrada: Gratuita.

Classificação Etária: Livre.

Todas as quintas-feiras a Biblioteca do CCBJ realiza exibições de longas e curtas, baseados na literatura, com discussões e curiosidades sobre o livro e o roteiro.

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19h – [TEATRO EM PAUTA] “ÁGORA” (Monólogo de Rhamon Matarazzo)

 Local: Teatro Marcus Miranda.

Entrada: Gratuita.

Classificação Etária: 14 Anos.

O espetáculo é a continuidade da luta em prol da informação sobre o vírus HIV de forma poética. O primeiro trabalho intitulado Lázaro narra a história de soropositivos nos anos oitenta e noventa. Partindo dessa premissa o autor Rhamon Matarazzo questiona como anda a situação dos portadores do vírus HIV em 2018, dentro deste espetáculo que aborda as várias inovações tecnológicas adotadas pela ciência moderna. Antirretrovirais, exames que detectam a presença do vírus no corpo humano pela saliva, tratamentos de prevenção e os corpos indetectáveis. Este espetáculo é um manifesto que se utiliza de silêncios para que a plateia escute o grito do excluído. Não estamos preocupados com a estética teatral ainda que a live art se faça presente na execução do trabalho. Ainda que nos façamos valer de um teatro político em que a performance se estabeleça de modo a inquietar a plateia para que a mesma sinta-se livre em participar. A sensibilização, o tocar, o sentir, a espacialidade, o ancestral instintivo que há em nosso espírito humano, o próprio HIV como teste de sensibilização. A pesquisa continua nos corredores dos hospitais catalogando novos casos de avanço e retrocesso no comportamento das sociedades em relação a um tema tabú como a Aids ou Sida. É necessário este espaço de fala nos palcos. É fogo que corre por nossas veias soropositivas. As nossas bocas não podem continuar silenciadas. A população não pode colaborar para o genocídio que ainda se faz presente nas mortes de tantas pessoas enquanto laboratórios lucram. Para isso se faz presente no estudo desta composição cênica o trabalho do artista visual paulista Israel Macedo com sua obra intitulada Ágora de 2016. Ágora faz menção à Ágora grega. Em uma comunidade com cerca de 250.000 habitantes em Atenas, somente 45.000 eram considerados cidadãos. A Ágora, portanto, era ao mesmo tempo um espaço público de discussão e debate, como também um local de exclusão. O que nos permitimos com este trabalho é estreitar as relações entre Aids e sociedade visto que soropositivos precisam de representatividades nas mais variadas esferas como também o fortalecimento do pensamento que um indivíduo HIV positivo jamais será um coitado como pinta a nossa cultura de massa atual. É exatamente esta Ágora em que nos encontramos neste momento caótico onde os interesses políticos falam mais alto que a preocupação com a vida. Não se toca no assunto HIV/AIDS com frequência enquanto os números são alarmantes. Segundo a Secretaria da Saúde do Estado, uma pessoa morre a cada dois dias por conta da Aids só em 2018 no estado do Ceará. Neste mesmo ano presenciamos a Venezuela sem tratamento para o HIV. Trinta anos depois da grande epidemia mundial do vírus estamos assistindo apáticos e passivos a situação dos venezuelanos com a crise econômica que assola o país e os cortes do governo.

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DIA 8 – SÁBADO

19h – [TODOS OS SONS] “LÉO ALVES E FALAMAIS”

Local: Praça Central.

Entrada: Gratuita.

Classificação Etária: Livre.

O regional “Léo Alves e Falamais” existe há sete anos. Léo Alves é o nosso sanfoneiro que veio pra Fortaleza na adolescência em busca de trabalho e encontrou uma oportunidade de ser ajudante na oficina de afinação de sanfonas do Mestre Zé Louro no Bom Jardim. Assim, aprendeu além de consertar o instrumento, a tocá-lo com maestria; Dedê Falamais (falamais tudo junto mesmo), compositor e intérprete, percussionista, natural de Fortaleza, nascido e criado no Grande Bom Jardim, que desde 1991 atua no meio junino de Fortaleza, produz regionais e direção musical de quadrilhas na capital, acabou se encontrando com Léo Alves na ocasião de festas juninas e resolveram juntar-se para formar o regional. Os outros músicos (zabumbeiro e violeiro) não são uma constante e vez ou outra há substituições: no momento contamos com Edu Menezes, que é o cara que faz a nossa percussão e também vocais, vindo de várias experiências com bandas de forró, apostou e aderiu na formação do regional, de forma a somar com a musicalidade proposta.

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DIA 9 | DOMINGO

14h – [É O BRINCA!] “PINTANDO E BRINCANDO!”

Local: Praça Central.

Entrada: Gratuita.

Classificação Etária: Livre.

“É o Brinca” traz ludicidade e incentiva a criatividade das crianças através de brincadeiras, jogos, pinturas, dentre outras atividades. “É o brinca” trará também uma programação especial ao final de cada mês com uma atração convidada.

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17h – [É O BRINCA! CONVIDA] “GRUPO CALU MARAVILHA em ‘CASSIMIRO COCO E FILHA DO CORONEL BALTAZARNO’

Local: Praça Central.

Entrada: Gratuita.

Classificação Etária: Livre.

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DIA 11 – TERÇA-FEIRA

9h; 14h – [BIBLIOTECA] “LITERANDO” 

Local: Biblioteca

Entrada: Gratuita.

Classificação Etária: Livre.

Serão apresentados os artistas Lygia Clark e René Magritte e suas formas de pintura. Além disso, haverá desenho e pintura inspirados nos artistas.

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DIA 12 – QUARTA-FEIRA

9h; 14h – [BIBLIOTECA] “JARDIM DE LEITORES” 

Local: Biblioteca.

Entrada: Gratuita.

Classificação Etária: Livre.

Neste dia haverá uma ciranda para construir histórias, tendo como base o material produzido por eles.

 

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DIA 13 – QUINTA-FEIRA

9h; 14h – [CINE LEITOR] “CINEMA E LITERATURA”

 Local: Biblioteca.

Entrada: Gratuita.

Classificação Etária: Livre.

Exibição do Curta “Eu preciso dizer que te amo”.

 

18h – [TEATRO EM PAUTA] “O LÁZARO” de Rhamon Matarazzo

 Local: Teatro Marcus Miranda.

Entrada: Gratuita.

Classificação Etária: 18 Anos.

De repente todos pararam e pensaram por um instante….
E se fosse comigo ?
E se fosse com o meu filho ?
E se fosse com o seu filho ?
E se fosse com você ?
Conte doutora…conte o número das nossas lágrimas e
encontrará o número de estrelas no céu ou de grãos de
areia na praia.

“O Lázaro” é o espetáculo de conclusão da turma XXV do Curso de Licenciatura em Teatro do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará – IFCE. Com orientação do Prof. Danilo Pinho, o espetáculo tem como base dialogar algumas questões que tangem ao tema HIV/AIDS no Brasil e no mundo. A dramaturgia é assinada por Rhamon Matarazzo. O ator performer Rhamon Matarazzo, portador do vírus HIV, carga viral indetectável e sistema imunológico com células superiores a seiscentos linfócitos T traz neste espetáculo questionamentos sobre a condição sorológica positiva para o vírus, distanciando ao máximo sua trajetória pessoal da dramaturgia escolhida.

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DIA 14 | SEXTA-FEIRA

9h; 14h – [BIBLIOTECA] “SEXTA MULTI”

Local: Biblioteca.

Entrada: Gratuita.

Classificação Etária: Livre.

 

19h – [TEATRO] INSTITUTO KÁTIANA PENA apresenta “A RUA É NÓIZ” (Corpo Mudança)

 Local: Teatro Marcus Miranda.

Entrada: Gratuita.

Classificação Etária: Livre.

A Rua É NOIZ” é a periferia em cena. É a gente guerreira dos bairros e favelas sob os refletores da luz do sol e da luz da lua, que iluminam a luta diária e rotineira do nosso povo forte. “A Rua é NOIZ” é um domingo no bairro, com roupas estendidas nos varais multicores e com a música da Diana tocando na enorme radiola da sala de casa; ou o som do Emicida mandando a letra nos iPhones hi-techs. É, portanto, uma alegria só. Uma sensação de gente que tem amor pela vida e um cuidado acolhedor pelos vizinhos de longa data. É um espetáculo RAP, porque tem ritmo e poesia, e “happy”, porque é feliz, como canta o Mc Marcinho: “A gente ainda quer andar tranquilamente…” E como na periferia, de tudo há, nossa dança é também diversa, repleta de identidades, raças e gêneros. É uma celebração da necessidade de comunhão das diferenças. Uma apologia à democracia. É o Brasil mostrado nu, com a cara que ele tem, sem close certo, porque qualquer ângulo é válido. É um retrato de “NOIZ”. É “NOIZ”. É a criança correndo na rua, sem que ela seja de rua. É, também, um ato em defesa da vida, pela vida com dignidade. É uma homenagem às Dandaras e um repúdio ao crime de ódio. Nosso espetáculo é coisa séria e fala de problemas sociais, sim! Eles existem; estão aqui. A gente os sente na pele, na hora do almoço, quando cai a chuva… Por isso nosso corpo pede mudança e manifesta-se pela igualdade de raça e gênero. “Sou preto, sim; branco pobre, sim; mulher do fim do mundo, sim! E daí? Eu quero a parte que me cabe nesse latifúndio!” “A Rua é NOIZ” é uma vontade de conhecer a si mesmo, de revelar as identidades dos que moram em cada rua, beco e conjunto habitacional. Nossa arte é engajada. Nossa história é nosso orgulho. História de luta, de trabalho e de resistência. Nosso espetáculo é pragmático e o assunto são
as pessoas, porque só elas importam. “Bendito, louvado seja!

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DIA 15 – SÁBADO

8h – [NARTE] “RUA DE POSSIBILIDADES”

Local: —

Entrada: Gratuita.

Classificação Etária: Livre.

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15h – [AÇÃO CULTURAL] “ENCONTRO INTERNACIONAL DE CAPOEIRA (Formação do Mestre Clark)”

Local: Praça Central.

Entrada: Gratuita.

Classificação Etária: Livre.

O Encontro tem como objetivo principal a Formatura de um novo mestre da capoeira cearense (residente no Bom Jardim) e Intercâmbio com alunos da França e Inglaterra, estudantes da capoeira e também mestres e professores da cidade de Cambridge – UK. Também já confirmado presença de várias cidades do sertão central como Canindé, Reriutaba, Madalena, Paramoti, Santa Quitéria, e outras. Também mestres, professores, e alunos de diversos grupos aqui de Fortaleza para participar e prestigiar o evento. A proposta é de 3 dias de atividades ficando assim a programação:
– Dia 14: Palestra e lançamento do novo livro do Mestre Chitãozinho. Primeiro escritor cearense que aborda o assunto capoeira. Formado em História e Filosofia, e hoje residente em Cambridge – Uk.
Local: Centro Dragão do Mar
Horário: 19h
– Dia 15: Formatura do Mestre Clark, Batizado de alunos, e apresentações culturais.
Local: Centro Cultural Bom Jardim
Horário: 15h às 21h
– Dia 16: Curso de capoeira com Mestre Wlisses Ferreira, Mestre Ratto, Mestre Chitãozinho, Mestra Paulinha.
Local: CAIC – Maria Alves Carioca
Horário: 8h às 18h.

 

DIA 16 | DOMINGO

14h – [É O BRINCA!] “PINTANDO E BRINCANDO!”

Local: Praça Central.

Entrada: Gratuita.

Classificação Etária: Livre.

“É o Brinca” traz ludicidade e incentiva a criatividade das crianças através de brincadeiras, jogos, pinturas, dentre outras atividades. “É o brinca” trará também uma programação especial ao final de cada mês com uma atração convidada.

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17h – [É O BRINCA! CONVIDA] “GRUPO AS 10 GRAÇAS DE PALHAÇARIA em ‘GRAND FINALE

Local: Praça Central.

Entrada: Gratuita.

Classificação Etária: Livre.

Das lonas de circo ao sistema público de saúde, dos semáforos às catracas de ônibus, do ingresso comprado à fatura vencida. Não perda! Pela primeira e última vez, o sensacional enforcamento do trabalhador da cultura em praça pública. Traga toda a família para prestigiar o Grand Finale.

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DIA 18/09 | TERÇA-FEIRA

15h – [TERÇA LITERANDO] Apresentação Teatral de Improviso

Local: Biblioteca.

Entrada: Gratuita.

Classificação Etária: Livre.

Terça Literando Apresenta: A convite, o ator Pedro Gonçalves e sua turma Princípios Básico de Teatro irão realizar uma apresentação Teatral de Improviso na Biblioteca.

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DIA 19/09 | QUARTA-FEIRA

9h; 14h – [QUARTA LEVE] JARDIM DE LEITORES

Local: Biblioteca.

Entrada: Gratuita.

Classificação Etária: Livre.

Neste dia, continuando a propostas das quartas, haverá atividade de desenho e recorte para a construção de personagens das histórias contadas anteriormente.

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DIA 20/09 | QUINTA-FEIRA

14h – [CINE LEITOR] CINEMA E LITERATURA

Local: Biblioteca.

Entrada: Gratuita.

Classificação Etária: Livre.

Exibição do filme “Charlie Chaplin: Vida de Cachorro” e “Boxing Comedy”. O vagabundo salva a vida de um cachorro que está sendo atacado. Com o cão o vagabundo entra num baile onde uma cantora é explorada por seu patrão. Quando ladrões roubam a carteira de um milionário bêbado é a chance de Carlitos para mudar de vida.

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19h – [TEATRO EM PAUTA] Grupo de Teatro Valkírias “ATO CONFESSIONAL N° 5”

Local: Teatro Marcus Miranda.

Entrada: Gratuita.

Classificação Etária: 16 anos.

ATO CONFESSIONAL Nº 5, adaptação do texto teatral “68.COM.BR“, de Ricardo Guilherme, é um resgate de memória do período de Ditadura Militar no Brasil que, muitas vezes, preferimos quanto povo esquecer, mas não devíamos. A peça, realizada pelo Grupo de Teatro Valkírias,  traz em um tom cinza, porém forte, quadros de personagens que vivenciaram vários ângulos dos fatos ocorridos no ano de 1968 no Brasil. Este é o ano de implantação do Ato Institucional N° 5 – o mais duro golpe na democracia durante o regime militar. Resgatados por cinco atrizes, as personagens emergem aos olhos do espectador através dos corpos e vozes das mesmas em cena, como se compartilhassem suas memórias que não devem ser esquecidas. A proposta é dar vida a estes depoimentos, uma vez que essa realidade ditatorial de 68 se esconde nas sombras do atual governo, mas principalmente na história do nosso país. As atrizes invadem o espaço da cena em um jogo que dinamiza os vários acontecimentos deste ano, algumas vezes fazendo um link com os presentes dias. Usando de músicas, com instrumentos percussivos e abstração cênica, há transições para várias atmosferas diferentes, buscando contemplar os diversos acontecimentos daquele ano. Há, também, na cena e através dos corpos das atrizes o confronto da resistência e da figura do opressor (este geralmente aliado ao uso de lanternas que oprimem e vigiam ou de sons de sirene ou tambor que buscam silenciar os depoimentos compartilhados). Essa postura ou figura de opressão é compartilhada com o público na cena para que não se esqueça o porquê do movimento de resistência que cada quadro, cada cena, traz. O espaço cênico em formato arena, com um cenário dinâmico e mutável traz possibilidades de movimentação à cena que, aliados ao uso de recursos sonoros diversos, leva o espectador para dentro da situação vivenciada pelas personas que ali confessam suas lembranças e convidam a esse mergulho na “cidade submersa” que é a memória de um tempo nebuloso da história de nosso país. A proposta é que “ATO CONFESSIONAL Nº 5” ocorra no espaço do Teatro, mas possa também transitar para o lado de fora, levando o público a sair da cena e lavar o questionamento para fora da caixa cênica, para as escadarias do teatro, como um movimento de denúncia e de compartilhamento na vida. Nosso objetivo é apresentar essa peça de cunho social e histórico com a possibilidade de diálogos ao fim do mesmo para que possamos refletir sobre esse episódio de nossa história brasileira e pretendemos fazer isso com o público jovem e adulto do bairro Bom Jardim (público alvo: estudantes em geral e comunidade).

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DIA 21/09 | SEXTA-FEIRA

15h – [SEXTA-MULTI] KARAOKÊ

Local: Biblioteca.

Entrada: Gratuita.

Classificação Etária: Livre.

Momento de descontração com música na biblioteca.

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19h – [SEXTA COM DANÇA] BAILE “Uma reunião formal de pessoas para dançar”

Local: Teatro Marcus Miranda.

Entrada: Gratuita.

Classificação Etária: 12 anos.

Baile “uma reunião formal de pessoas para dançar” é uma pesquisa que surgiu das inquietações do corpo para com os encontros provocados pela dança, e pelos movimentos afins. Um percurso de descobre como se apropriar do corpo. Quando os corpos se deslocam para ambientes apenas com o destino de dançar ou interagir inteiramente uns com os outros, sem pretensões de haver limites entre o movimento e o espaço, me questiono se existe uma entrega, se existe uma formalidade ou até mesmo se o corpo é realmente esse corpo naquele momento? No “Baile”, é importante ser o baile, existe uma intenção de se conectar com as necessidades de si, interiormente, um corpo precisa se movimentar, seja em uma reunião formal para dançar, ou em um ambiente dito inapropriado, independente das relações impostas pela sociedade. No corpo de/do baile, na dramaturgia do corpo, na inquietação pelo desejo de libertação e de se entregar por inteiro, sem farpas o bailarino em cena cria um percurso, que permite uma interação com a plateia, com a proposta de libertar o corpo desse lugar cartesiano imposto pela sociedade e os “costumes”, sair da situação de apenas vontade, de não aceitação de si, e de seus desejos insanos. o trabalho vem com discurso de libertação e apropriação do corpo, através de um percurso coreográfico e teatral do intérprete-criador Daniel Rufino. 

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DIA 22/09 | SÁBADO

17h – [COMUNIDADE NA PAUTA] Abertura da Exposição  “CONTEMPORÂNEO PRIMITIVO”

Local: Multigaleria.

Entrada: Gratuita.

Classificação Etária: Livre

Período: 22/09 à 05/10

O projeto “Contemporâneo Primitivo” contempla a realização da inédita exposição que dá nome ao projeto, do artista plástico Claudio Cesar a ser realizada no Centro Cultural Bom Jardim. Esta série de 20 pinturas com técnica acrílica sobre tela e mista, com dimensões variadas mescla toda a contemporaneidade, da sua obra ao grafismo primitivo, trazendo à tona os aspectos míticos, emocionais, reeditando valores e confundido conceitos como pré e pós-modernos. Esta série dá continuidade a pesquisa iniciada em 2012 no advento de seus 20 anos de carreira que assumem características quase jornalísticas, registrando as características e costumes do nosso povo. A exposição terá a duração média de 45 dias, ficando a curadoria a cargo do também artista plástico Vando Figueiredo e a produção pelo produtor Lindemberg Freitas.
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18h – [COMUNIDADE NA PAUTA] CAMERATA DE VIOLÕES DO LICEU DO CONJUNTO CEARÁ

Local: Teatro Marcus Miranda.

Entrada: Gratuita.

Classificação Etária: 10 anos.

A camerata de violões formada por 8 alunos e do ensino médio , procurando mostrar música brasileira instrumental e vocal. Com repertório de MPB.

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DIA 23/09 | DOMINGO

14h – [É O BRINCA!] “PINTANDO E BRINCANDO”

Local: Praça Central.

Entrada: Gratuita.

Classificação Etária: Livre.

“É o Brinca!” oferta programação infantil através de atividades de pintura e desenho livre, brincadeiras, jogos, cantigas de roda e brincadeiras da cultura tradicional popular.

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17h – [TAC CIRCO] “DE CONTO EM CONTO”, Trupe Divertindo Kids

Local: Teatro Marcus Miranda.

Entrada: Gratuita.

Classificação Etária: Livre.

Era uma vez um baú mágico, construído por fadas e enfeitiçado por bruxas, recheado de magia e histórias. Já pertenceu a reis e camponeses, passando de geração em geração. Hoje ele pertence a um circo divertido e encantado, juntos viajam pelo contando histórias, vivendo de conto em conto… Cantando e dançando em um show de malabarismo, contorcionismo, acrobacias e contação de histórias. Um grande circo, animado e encantado, onde tudo é possível, onde tudo é real.